Vídeos

Trazemos-lhe aqui a reportagem fotográfica e o vídeo que resume os momentos mais marcantes do evento. Se gostaria de ter participado, mas não teve oportunidade, ou se gostaria de rever algumas das intervenções, pode assistir em baixo aos vídeos das participações individuais dos oradores.

«O que era já não é mais»


Foi assim que Teresa Duarte, CEO da Norgarante começou a sua intervenção, na abertura da primeira Conferência NGT. Teresa Duarte esclareceu, em síntese, a motivação do convite e presença de cada um dos oradores, a expectativa quanto às suas intervenções, destacando a oportunidade do tema da evento e da sua relevância para a competitividade das empresas nos dias de hoje. Terminou a sua intervenção falando sobre como a Norgarante pode ajudar as empresas a serem mais competitivas apresentando números e testemunhos desse apoio. Está curioso? Veja o vídeo.

Errar para melhorar – isto também disrupção!


Para André Fonseca Ferreira, Co-Founder da Chain Reaction Group, há 5 passos para se assumir uma atitude disruptiva:pensar nas coisas de forma diferente; ser obsessivo com as necessidades dos clientes e procure respostas fora da caixa; ser agente na transformação do conceito de consumer para prosumer; saber que são as pessoas que definem o futuro das organizações e … não o contrário. Aceitar que o progresso é um processo de tentativa/erro. Ficou curioso? Veja o vídeo da visão de André Fonseca para um processo mais disruptivo nas empresas. 

Competividade não é missão impossível


Tempo é dinheiro. É um velho ditado que ganha uma nova expressão com a oferta de empresas como o Grupo ESI. Gil Sousa, um dos fundadores e diretor comercial do Grupo ESI, relembra como são difíceis, pesadas e demoradas algumas tarefas em chão de fábrica. Não aportam valor ao produto e também podem implicar muita mão-de-obra. E é aí que a ESI pode fazer a diferença. Investimento em tecnologia, com retorno em poucos anos. E as pessoas são colocadas em tarefas onde o seu contributo é mais importante. Os robôs são alvos a abater? Nada disso. Os trabalhos monótonos, repetitivos e pesados passam das mãos humanas para as pinças eletrónicas. E o resultado? Equipas mais qualificadas e felizes. Sem esquecer que as empresas ficam seguramente mais competitivas. Para ver exemplos concretos das soluções tecnológicas da ESI, faça clique no vídeo.

Antiguidade como exemplo de inovação


"É importante dar importância aquilo que é importante”, diz Albertina Reis, diretora de Investigação & Desenvolvimento da Riopele, uma das mais antigas empresas têxteis portuguesas. Preparada para os desafios da Indústria 4.0, a Riopele tem tecnologias que são "o estado da arte”, como atestam os 74 milhões de turnover no exercício de 2017, mercê de uma elevada quota de exportação (96%) e da sua capacidade produtiva. Sempre a inovar, a empresa aposta forte na sustentabilidade e lançou uma marca de têxteis produzidos a partir de resíduos das indústrias têxtil e agroalimentar. 

"Uma velha empresa muito à frente” reforça Rui Oliveira, responsável pelos Sistemas de Informação na empresa, que sucedeu a Albertina Reis na apresentação do caso prático da Riopele. Para Rui Oliveira, as empresas só se perfilam como empresas digitais se forem capazes de criar um conjunto de facilitadores que viabilizem essa opção. Para tal são necessários sistemas de informação robustos e confiáveis, mas acima de tudo é necessário uma cultura organizacional digital. Veja o vídeo e perceba como uma empresa com 92 anos tem um ADN digital.

Oferta vs procura, castigo vs mimo


Orlando Bissacot Neto, Diretor de RH do Grupo Armis, viajou até à década de 50, do séc. XX para nos falar de um percurso evolutivo na relação do Homem com a tecnologia, apresentando analogias. Para ele as equipas de trabalho tiveram de lidar com a tirania de quem comandava para tudo ser revolucionado pela democracia do acesso à informação viabilizada pela internet. Passou-se de uma maior facilidade de acesso ao mercado de trabalho, onde muitas vezes havia repressão e ambientes hostis, para um mercado onde as empresas procuram os melhores trabalhadores e os mimam pela permanência da sua competência. Uma mudança de paradigma nem precisou de um século... As empresas procuram, hoje, gerir equipas cada vez mais competentes e...felizes. Veja no vídeo a explicação de Orlando Neto.

Digitalização é um desafio para todos


Beatriz Freitas, presidente da SPGM, holding do Sistema Nacional de Garantia Mútua, encerrou a primeira Conferência NGT, relembrando que "a digitalização é um desafio não só para as empresas, mas para todos, pois vivemos num mercado global e interdependente”. Salientou que eventos deste género onde se apresentam exemplos de inovação e se partilham experiências "podem acrescentar valor junto das empresas e ter grandes reflexos na sua produtividade”. Passando em revista as várias intervenções dos oradores, sumariou o que considerou serem os pontos mais relevantes de cada palestra e que cada participante deveria levar consigo. Destacou também que hoje é imperativo procurar soluções que combinem a sustentabilidade do negócio, com a sustentabilidade ambiental e que ainda nos permitam "chegar aos nossos clientes” e ser competitivos. Para um Sistema que trabalha com todos os setores de economia, Beatriz Freitas considera que este tipo de eventos são de extrema importância para a Garantia Mútua porque "permitem-nos conhecer ainda melhor a realidade empresarial, saber o que os empresários esperam de nós e o que é necessário.” 
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